sexta-feira, 11 de novembro de 2016
Na ultima quarta-feira, 9, o deputado estadual Wellington do Curso (PP) participou da abertura da Conferência Internacional das Cidades Irmãs da China (CIFCC/2016), em Chongqing. Wellington, junto com outros 09 parlamentares de outros estados, representam o Brasil em uma Missão Internacional, numa viagem oficial que vai até o dia 21 de novembro.

A abertura da China Internacional Frienship Cities Conference (CIFCC) foi presidida pelo Vice-presidente da China Comunista, Li Yuanchao. Wellington ressaltou a importância dos temas tratados na conferência.

“É com grande alegria que tenho a honra de representar o meu país e, melhor, a população do meu estado em um evento tão importante quanto esse. Discutir temas como o desenvolvimento das cidades através da inovação, além da valoração turística e incentivo industrial é fundamental para que ampliemos nossas ideias, defendendo novos projetos e, assim, traçando meios que permitirão o avanço de nossa São Luís e, ainda, do nosso Maranhão”.

Além da Conferência, Wellington participará também de visita técnica em parceria com o Fórum Comunitário de Representantes dos Conselhos Locais de Taiwan (TCF), na cidade de Taipei.

O parlamentar participará ainda de uma Reunião sobre Gestão de Águas na sede da Prefeitura 
da cidade de Nova York, nos EUA.

O único parlamentar maranhense a participar na Missão Internacional, Wellington do Curso iniciou na manhã desta quinta-feira uma extensa agenda de sessões, visitas e discussões. Durante o Intercâmbio Parlamentar, Wellington participará de atividades realizadas em três países: China, Taiwan e EUA.

“Já no primeiro dia participaremos de Sessão Plenária que discutirá sobre a inovação para o desenvolvimento e a cooperação para o compartilhamento. Também, serão discutidos temas como o desenvolvimento das cidades voltadas para a inovação, além de abordar a cidade com baixo carbono e casa sustentável”, ressaltou.

“Para finalizar as discussões, debateremos sobre a inovação turística e incentivo à indústria de serviços modernos. Cumpriremos uma extensa agenda em dois países do continente asiático e em um país do continente norte americano”,destacou Wellington.

Toda a programação foi coorganizada pela Associação de Amizade do Povo Chinês com os Países Estrangeiros.

Entre os representantes do Brasil, estarão participando somente 10 parlamentares, ligados a direção da UNALE (União Nacional dos Legislativos Estaduais).
Continua repercutindo na mídia a eleição de Luis Fernando Silva (PSDB) para prefeito de São José de Ribamar. O resultado consagrador de 96,17% dos votos foi destaque, desta vez, na imprensa nacional.

Em sua coluna diária que circula em vários jornais do Brasil e na internet, o jornalista Cláudio Humberto destacou a eleição do tucano como a maior votação do País.

"A maior votação proporcional do País ocorreu em São José de Ribamar, terceiro maior município do Maranhão. Lá, o prefeito eleito Luís Fernando (PSDB) obteve espantosos 96,17% dos votos", disse o jornalista em nota sob o título, "Campeão Nacional".

Dos votos válidos, Luis Fernando obteve 100%. Levando em consideração os votos anulados do seu adversário Julinho Matos (PMDB), contabilizados pela Justiça Eleitoral, Luis Fernando obteve 96,17%, enquanto o peemedebista, com 2.659 votos, ficou com 3,82% dos votos, na soma dos dois.


Nos últimos meses, o ex-presidente Lula foi emparedado pela Lava Jato. Virou réu três vezes por práticas nada republicanas: obstrução de Justiça, ocultação de patrimônio — ao omitir um tríplex no Guarujá —, lavagem de dinheiro, corrupção passiva, organização criminosa e tráfico de influência no BNDES, em razão do esquema envolvendo a contratação de seu sobrinho Taiguara Rodrigues dos Santos. Ou seja, já há uma fartura de provas contra o petista, ao contrário do que costuma alardear sua defesa. Nada, no entanto, pode ser mais categórico e definitivo como conceito de corrupção, na acepção da palavra, do que o recebimento de pagamentos de propina em dinheiro vivo. Por isso, o que ISTOÉ revela agora acrescenta um ingrediente potencialmente devastador para o ex-presidente.

Num dos 300 anexos da delação da Odebrecht, considerada a mais robusta colaboração premiada do mundo, o herdeiro e ex-presidente da empresa, Marcelo Odebrecht, diz ter entregue a Lula dinheiro em espécie. Nunca uma figura pública que chegou a ocupar a presidência da República demonstrou tanta intimidade com a corrupção. Os repasses foram efetuados, em sua maioria, quando Lula não mais ocupava o Palácio do Planalto. O maior fluxo ocorreu entre 2012 e 2013. Foram milhões de reais originários do setor de Operações Estruturadas da Odebrecht – o já conhecido departamento da propina da empresa. Segundo já revelado pela Polícia Federal, aproximadamente R$ 8 milhões foram transferidos ao petista. Conforme apurou ISTOÉ junto a fontes que tiveram acesso à delação, o dinheiro repassado a Lula em espécie derivou desse montante.

Os pagamentos em dinheiro vivo fazem parte do que investigadores costumam classificar de “método clássico” da prática corrupta. Em geral, é uma maneira de evitar registros de entrada, para quem recebe, e de saída, para quem paga, de dinheiro ilegal. E Lula, como se nota, nunca se recusou a participar dessas operações nada ortodoxas. O depoimento agora revelado por ISTOÉ é a prova de que, sim, o petista não só esteve presente durante as negociatas envolvendo dinheiro sujo como aceitou receber em espécie, talvez acreditando piamente na impunidade. Se os repasses representavam meras contrapartidas a “palestras”, como a defesa do ex-presidente costuma repetir como ladainha em procissão, e se havia lastro e sustentação legal, por que os pagamentos em dinheiro vivo?

Na Odebrecht, as entregas de recursos a Lula sempre foram tratadas sob o mais absoluto sigilo. Não por acaso, segundo apurou ISTOÉ, logo que Marcelo Odebrecht foi preso, em junho de 2015, a empreiteira presidida por ele, naquele momento vulnerável a buscas e apreensões da Polícia Federal, acionou um esquema interno de emergência chamado de Operação Panamá. Consistia em promover uma varredura nos computadores, identificar os arquivos mais sensíveis e enviá-los para a filial da empresa no país caribenho. O objetivo não era outro, senão desaparecer com digitais e quaisquer informações capazes de comprovar transferências de recursos financeiros da Odebrecht ao ex-presidente Lula. Àquela altura, a empreiteira ainda resistia a entregar o petista, topo da hierarquia do esquema do Petrolão. Mudou de planos premida pelo instinto de sobrevivência.

Investigadores da Lava Jato vão querer saber, num próximo momento da investigação, se os repasses em dinheiro vivo ao ex-presidente guardam conexão com a operação desencadeada na última semana pela PF, sob o epíteto de Dragão. Na quinta-feira 10, foram presos os operadores Adir Assad e Rodrigo Tacla Duran, cujo papel era justamente oferecer dinheiro em espécie para o sistema de corrupção. Pelo esquema, as empreiteiras contratavam serviços jamais prestados, efetuavam o pagamento a Duran e, ato contínuo, recebiam o dinheiro para pagar agentes públicos. A trama só foi desbaratado graças à colaboração de um delator da Odebrecht: Vinícius Veiga Borin. Ele contou à PF e procuradores como funcionava a engrenagem da lavagem de dinheiro criada pelas empreiteiras: as contas no exterior sob a batuta de Marcos Grillo, outro executivo da Odebrecht, alimentavam o Departamento de Propina da empreiteira. Quando havia necessidade de entregar valores em espécie no Brasil, eles recorriam a offshores, controladas por Duran. A Lava Jato suspeita que o dinheiro repassado a Lula possa ter integrado esse esquema.

Além de Marcelo Odebrecht, no corpo da delação da empreiteira Lula é citado por Emílio Odebrecht, Alexandrino Alencar, ex-executivo da empresa, e o diretor de América Latina e Angola, Luiz Antônio Mameri. Faz parte do pacote de depoimentos relatos sobre uma troca de mensagens eletrônicas entre Mameri e Marcelo Odebrecht. Nessas conversas fica clara a participação de Lula para a aprovação de projetos da empreiteira no BNDES. Em seu depoimento, o diretor confirmou as mensagens e disse que as influências de Lula e do ex-ministro da Fazenda, Antonio Palocci, hoje preso, foram decisivas para a aprovação de projetos definidos exatamente como foram concebidos nas salas da Odebrecht, sem que fossem submetidos a nenhum tipo de checagem. Mameri citou obras em Angola e Cuba.

Nos últimos dias, a Procuradoria-Geral da República iniciou o estágio da validação dos depoimentos, em que os 50 delatores e 32 colaboradores lenientes da Odebrecht passaram a ler e confirmar o que já escreveram. Tudo será gravado. A checagem de informações pode durar até o final deste mês, uma vez que nem todos os executivos foram informados sobre a data do encontro com os procuradores.

O ALCANCE DA DELAÇÃO

No total, a empreiteira vai reconhecer que pagou algo em torno de R$ 7 bilhões em propinas no Brasil e no exterior. Marcelo Odebrecht, presidente da maior construtora do País, com 200 mil funcionários e um faturamento anual de R$ 135 bilhões, só decidiu fazer delação premiada depois de março desde ano, após ter sido condenado pelo juiz Sergio Moro a 19 anos e 4 meses de prisão por corrupção, lavagem de dinheiro e associação criminosa. Aos 48 anos, Marcelo se deu conta de que poderia envelhecer na cadeia. Como o empreiteiro ainda é réu em várias outras ações, seus advogados calcularam que ele poderia ser condenado a no mínimo 50 anos. Com o acordo, suas penas reduzirão a dez anos de reclusão. Como já cumpriu 1 ano e cinco meses, ficará detido até dezembro do ano que vem. Depois, passará mais dois anos e meio em prisão domiciliar e outros cinco anos em regime semi-aberto. As outras condenações que vierem estarão englobadas no acerto.

As negociações se arrastaram por seis longos meses. A Procuradoria-Geral da República só concordou com a delação para efeito de abatimento de pena com a condição de que ele e os 80 executivos da empresa relatassem crimes os quais a Justiça ainda não tinha comprovado. Além da resistência inicial em implicar Lula, os executivos impuseram outro dificultador: não admitiam que os repasses eram pagamentos de propina. Queriam limitar tudo a caixa dois, mesmo diante de provas inquívocas. A questão, no entanto, foi vencida depois que procuradores e agentes federais endureceram o jogo.  Sem as confissões de propina o acordo voltaria à estaca zero, advertiram. Foi o suficiente para imprimir velocidade às tratativas.

Todas as pessoas envolvidas no acordo ouvidas por ISTOÉ são unânimes em afirmar que Lula é a estrela principal da delação. Recentemente, a Polícia Federal associou os codinomes “amigo”, “amigo de meu pai” e “amigo de EO” (Emílio Odebrecht) – que aparecem em planilhas de pagamentos ilícitos apreendidas durante a Operação Lava Jato – ao ex-presidente. Foi assim que a PF conseguiu rastrear o repasse de aproximadamente R$ 8 milhões a Lula. Os pagamentos foram coordenados por Marcelo Odebrecht e por Antonio Palocci. De acordo com o delegado Filipe Pace, o dinheiro saía de uma conta corrente mantida pela Odebrecht para pagamento de vantagens indevidas. O que Pace não sabia, e a delação de Odebrecht conseguiu elucidar, era sobre os pagamentos em espécie ao petista.

Evidentemente que os depoimentos dos executivos da empreiteira não vão abarcar apenas os crimes praticados pelo ex-presidente Lula. Envolverá também Dilma Rousseff (leia mais na pág. 36), integrantes do governo do presidente Michel Temer, mais de 100 parlamentares e 20 governadores e ex-governadores. Os principais partidos atingidos pelas delações da Odebrecht serão o PT e PMDB. É certo, no entanto, que integrantes do PSDB também serão implicados pelos executivos da empreiteira.

Para viabilizar os depoimentos, a Odebrecht utilizou serviços de 50 escritórios de advocacia de Brasília, São Paulo, Rio e Salvador, onde depôs o empreiteiro Emílio Odebrecht, pai de Marcelo. Ao todo 400 advogados acompanharam os depoimentos. Como envolve políticos com foro privilegiado, o acordo será assinado pelo ministro do STF, Teori Zavascki. A expectativa é de que a homologação saia até o dia 21. Paralelamente às delações premiadas, a Odebrecht fará um acordo de leniência com a Controladoria-Geral da União (CGU), que deverá ser o maior do mundo. O campeão até aqui era o da Siemens, celebrado com autoridades dos Estados Unidos e vários países europeus em 2008. A empresa alemã pagou US$ 1,6 bilhão em multas. Já no acordo de leniência da Odebrecht com o governo brasileiro, a empreiteira poderá pagar uma multa de R$ 6 bilhões. Com isso, a empreiteira poderá voltar a realizar obras para o governo federal, hoje proibidas.

FONTE: ISTO É 
quinta-feira, 10 de novembro de 2016
O dólar comercial à vista fechou em alta de 1,57% nesta quarta-feira, 9, a R$ 3,2232, após o resultado da eleição presidencial nos Estados Unidos. A vitória de Donald Trump inicialmente gerou tensão nos mercados, levando a uma alta da divisa americana ante moedas de países emergentes.

No entanto, de acordo com especialistas, o tom mais conciliador do empresário após o resultado das urnas trouxe certo alívio a investidores, o que se refletiu no avanço das bolsas norte-americanas. No Brasil, porém, a Bovespa não seguiu a tendência e encerrou os negócios em queda de 1,40%, aos 63.258,26 pontos.

Parte dos analistas de mercado mantém a expectativa de que o Federal Reserve (banco central dos EUA) eleve os juros de referência da economia americana na última reunião de política monetária deste ano, marcada para os dias 13 e 14 de dezembro, mesmo após a vitória de Trump.

Internamente, a intensidade do ajuste é difícil de prever, segundo operadores, mas não se descarta nas mesas de operação a possibilidade de a moeda voltar a testar o nível de R$ 3,35 – último pico atingido em setembro. Uma correção de alta é esperada para ajustar os preços internos à valorização generalizada da moeda americana frente a divisas emergentes e ligadas a commodities no exterior. Ontem, a moeda americana caiu para R$ 3,1733 no mercado à vista e aos R$ 3,1880 no dólar futuro de dezembro, em meio a apostas na vitória da democrata Hillary Clinton.

O dólar comercial à vista fechou em alta de 1,57% nesta quarta-feira, 9, a R$ 3,2232, após o resultado da eleição presidencial nos Estados Unidos. A vitória de Donald Trump inicialmente gerou tensão nos mercados, levando a uma alta da divisa americana ante moedas de países emergentes.

No entanto, de acordo com especialistas, o tom mais conciliador do empresário após o resultado das urnas trouxe certo alívio a investidores, o que se refletiu no avanço das bolsas norte-americanas. No Brasil, porém, a Bovespa não seguiu a tendência e encerrou os negócios em queda de 1,40%, aos 63.258,26 pontos.

Parte dos analistas de mercado mantém a expectativa de que o Federal Reserve (banco central dos EUA) eleve os juros de referência da economia americana na última reunião de política monetária deste ano, marcada para os dias 13 e 14 de dezembro, mesmo após a vitória de Trump.

Internamente, a intensidade do ajuste é difícil de prever, segundo operadores, mas não se descarta nas mesas de operação a possibilidade de a moeda voltar a testar o nível de R$ 3,35 – último pico atingido em setembro. Uma correção de alta é esperada para ajustar os preços internos à valorização generalizada da moeda americana frente a divisas emergentes e ligadas a commodities no exterior. Ontem, a moeda americana caiu para R$ 3,1733 no mercado à vista e aos R$ 3,1880 no dólar futuro de dezembro, em meio a apostas na vitória da democrata Hillary Clinton.

Trump conseguiu os 270 votos necessários, vencendo a democrata Hillary Clinton ao conquistar os eleitores em Estados estratégicos, como Flórida, Carolina do Norte, Iowa, Ohio e Pensilvânia. Em um discurso mais pacificador nesta manhã, Trump pediu que a nação se una e afirmou que será presidente “para todos os americanos”. Sobre a relação com outros países, Trump disse que os EUA vão se relacionar com os países que quiserem se relacionar com eles.

O fato é que Trump no comando da maior economia do mundo traz um novo ambiente geopolítico. A União Europeia anunciou que manterá as relações políticas com Washington. “Os laços entre a UE e os EUA são mais profundos do que qualquer mudança política”, afirmou a alta representante para Relações Exteriores, Federica Mogherini. Mais cedo, o clima foi de maior aversão a risco.

As bolsas asiáticas operaram em forte baixa e futuros de Nova York chegaram a cair ao redor de 5%. Nas principais bolsas europeias, a queda também é moderada.

O dólar perde para o iene nesta manhã, mas avança em relação às moedas ligadas a commodities e as de países emergentes, sendo que a alta ante o peso mexicano chegou a superar 10% mais cedo. Durante a campanha, Trump prometeu um muro entre EUA e México caso fosse eleito. O ouro, considerado um ativo seguro em momentos de turbulência, disparou mais de 4% na madrugada, mas também desacelerou e instantes atrás subia menos de 2%.

Petróleo fecha em alta

O petróleo subiu nesta quarta-feira nesta quarta-feira após a inesperada vitória do republicano Donald Trump nas eleições presidenciais dos Estados Unidos. O barril de WTI para entrega em dezembro subiu 29 centavos, a 45,27 dólares no mercado de Nova York. Em Londres, o barril de Brent para janeiro subiu 32 centavos, a 46,36 dólares.

No curto prazo “o petróleo estará à mercê do conjunto dos mercados”, disse Matt Smith, da ClipperData. O petróleo se beneficiou do apoio que de Wall Street, com altas ao longo da sessão.

Banco Central

Depois de encontro semanal com o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, o presidente do Banco Central, Ilan Goldfajn, evitou comentar a eleição de Donald Trump para a presidência dos Estados Unidos. Questionado pela imprensa, ele fez apenas uma declaração sobre “mercados”. “Estamos acompanhando os mercados globais e do Brasil e, se necessário, tomaremos as medidas adequadas”, disse.

Mais cedo, o Banco Central cancelou o leilão de swap cambial reverso que estava marcado para ocorrer nesta quarta-feira. Segundo o BC, a instituição cancelou a operação por entender ser “prudente” diante do cenário de maior volatilidade no mercado financeiro hoje.
terça-feira, 8 de novembro de 2016
Ao longo de toda Atividade 1 do TCC eu e meu grupo, bem como toda minha turma, fomos submetidos a níveis descomunais de estresse. Não bastasse o problema da elaboração da monografia, que temos de resolver por meio de pesquisa, temos sido submetidos a problemas do portal AVA (por onde somos orientados) com pouca compreensão dos setores responsáveis da instituição, o que tem complicado ainda mais essa etapa da formação profissional.

Houve vários casos de notas e orientações de um mesmo grupo divergentes, inclusive o meu. Que num primeiro momento tirei 5 e minhas amigas 10. Depois conseguimos corrigir tal situação.

No entanto, outros grupos sofreram com situação semelhante. Notas e orientações diferentes.

Não entendemos até agora o porquê de um mesmo grupo de TCC está sendo tutoriado por duas pessoas diferentes, já que enviamos no começo do semestre os dados dos grupos para efetuar seus respectivos cadastros no sistema. É mais que óbvio que isso resultará em problemas de orientação (como tem sido!), visto que o grupo entrega o mesmo trabalho, mas recebe feedback's, notas e orientações diferentes.

Eu entendo menos ainda quando por exemplo, temos dois grupos de 3 pessoas, onde 2 pessoas do grupo A, são tutoriadas pela mesma tutora que orienta 1 pessoa do grupo B, sendo que as outras 2 alunas do grupo B são tutoriadas por quem orienta 1 pessoa do grupo A - Isso ocorre lá na minha sala!

Não seria mais fácil tanto para aluno quanto para o orientador, dar nota e orientar 3 pessoas do mesmo grupo? Isso é óbvio e ululante! Mas infelizmente os setores da instituição local disseram que será assim e acabou! Segundo eles não será feito remanejamento de tutores e pronto!

Relato isso porque essas questões afetaram diretamente a elaboração do trabalho nessa segunda etapa, a atividade 2. Solicitamos por várias vezes o adiamento da data de entrega, mas recebemos respostas negativas justificada no fato das datas serem estabelecidas previamente no manual do aluno.Sabemos que existem datas previamente definidas para a entrega, mas sabemos que podem ser alteradas em determinados casos. A própria instituição é exemplo disso, visto que em várias situações não cumpre seus próprios prazos estabelecidos previamente. Como por exemplo, o de ofertar estágios, os estágios 1 e 2 que, segundo a grade curricular disponível no portal, eram para ser realizados no 6º e 7º períodos, estão ocorrendo agora no 8º, junto com o estágio 3, para algumas amigas de turma, complicando ainda mais o processo de elaboração de seus respectivos TCC's, visto que têm de entregar Planos, Relatórios, Frequências, etc. dos referidos estágios, além dos trabalhos exigidos pelos professores. Isso mostra que a faculdade descumpri e adia os prazos à revelia, quando se trata da oferta de seus serviços, mas quando os alunos solicitam via chamado o adiamento de um prazo de entrega fazem questão de dizer que os prazos foram previamente estabelecidos no manual, como se isso fosse imutável. PARA O ALUNO O RIGOR DA LEI, PARA A INSTITUIÇÃO NÃO!


Em fim, só queria mesmo esclarecer quanto aos fatores que estão nos afetando, mas que a instituição está fazendo pouco caso como se fosse uma simples questão de desorganização do aluno, quando a desorganização é dela, e citei apenas dois casos acima. 
O prefeito eleito de São José de Ribamar, Luis Fernando Silva (PSDB), participou de um encontro dos gestores eleitos da Grande São Luís com o governador Flávio Dino (PCdoB). A reunião aconteceu no Palácio dos Leões na tarde desta segunda-feira, dia 07.

Defensor da implantação da Gestão da Região Metropolitana da Grande São Luís, desde que foi eleito prefeito da cidade ribamarense, pela primeira vez, em 2004, Luis Fernando se disse satisfeito por ter visto, de forma inédita, uma união de todos em torno da proposta. "Felizmente, agora, a bandeira está sendo empunhada por todos os companheiros prefeitos e pelo governador”, comemorou.

Com um firme propósito de reconstruir o município de São José de Ribamar, que tem registrado nos últimos anos queda na qualidade dos serviços públicos de saúde, educação e infraestrutura, Luis Fernando reconheceu a importância do gesto do governador ao receber os prefeitos e acenar para parcerias futuras, independente da implantação da gestão metropolitana.

"Muitas parcerias podem ser feitas a partir de janeiro para garantir mais celeridade na implementação das políticas públicas e para potencializar o esforço dos gestores em benefício dos cidadãos", ressaltou.
Para o prefeito eleito, na área da infraestrutura, por exemplo, o Governo do Estado pode contribuir muito com os municípios, direcionando o programa "Mais Asfalto" para a melhoria dos trajetos dos ônibus nas quatro cidades. "Essas vias precisam ser trafegáveis. O usuário do transporte precisa ter segurança e conforto", afirmou.


Segundo Luis Fernando, não só na área da infraestrutura, mas nas demais áreas há possibilidades imprescindíveis de parcerias. "Por isso que saio daqui muito satisfeito com o encontro, pois, dentro de pouco tempo já estaremos nos reunindo com os secretários do governo para que essas ações possam acontecer o mais rápido possível, em benefício do cidadão, além de termos reais chances da implantação da gestão metropolitana", concluiu o tucano
segunda-feira, 7 de novembro de 2016
Apesar do adiamento na entrega do parecer, o relator do projeto do Projeto de Lei 4.850/16, que sugere as dez medidas de combate à corrupção, deputado Onyx Lorenzoni (DEM-RS), garantiu que vai tipificar como crime a prática de caixa dois eleitoral. Na semana passada, Lorenzoni anunciou que sua intenção era terminar o relatório hoje (7) para que ele fosse lido nesta terça-feira (8) na comissão, mas que, diante do volume de contribuições, não conseguiu finalizar o texto.

Entre as contribuições, está um pedido da Procuradoria Geral da República para que a legislação seja alterada a fim de tornar mais céleres as investigações e os processos de cooperação internacional com outros países. Por conta disso, a reunião do colegiado, prevista para amanhã, foi cancelada. A expectativa é que o relator conclua seu trabalho ainda na terça para que o texto seja apresentado no decorrer desta semana. Caso o relatório de Lorenzoni seja apresentado até quinta-feira (10), há a possibilidade de que ele seja aprovado na comissão na próxima semana. Ficando, em seguida, liberado para ser votado no plenário.

O chamado caixa dois, utilizado por algumas empresas para financiar campanhas eleitorais, diz respeito a recursos financeiros não contabilizados e não declarados aos órgãos de fiscalização competentes.

Segundo o relator, o crime será punido com pena de dois a cinco anos de reclusão. “Vamos colocar com clareza a criminalização do caixa dois. Vai ser jogo duro, vai acabar com o caixa dois. Quem doar e quem receber [dinheiro de caixa dois] vai para a cadeia mesmo”, disse Onyx à Agência Brasil.

Atualmente, a contabilidade paralela nas campanhas eleitorais já é considerada crime com base no Código Eleitoral (Lei 4.737/65). Para endurecer a legislação e torná-la mais efetiva, o Ministério Público propôs a responsabilização dos partidos políticos por condutas de caixa dois, lavagem de capitais e utilização de doações de fontes vedadas, além de tipificar a prática como crime na Lei das Eleições (Lei 9.504/97).

Anistia

A inclusão da tipificação do caixa dois como crime tem causado polêmica. O maior temor em torno da criminalização desta prática é que, com a tipificação sendo incluída agora, crimes cometidos anteriormente acabem sendo anistiados, já que a Constituição Federal determina que uma lei não pode retroagir em prejuízo de ninguém.

“Não existe isso de anistia, desde que foi instituída a tipificação do caixa dois no Código Eleitoral, só houve uma condenação por caixa dois. Agora não vai ter mais desculpa”, afirmou Lorenzoni.

A inclusão foi criticada pelo deputado Miro Teixeira (Rede-RJ). Na semana passada, ao tomar conhecimento da iniciativa do relator, Teixeira, que não foi diretamente convidado para participar das reuniões do colegiado, acabou aparecendo para apresentar seus pontos de vista.

Para o deputado, a tipificação abrirá possibilidade para que a Justiça acabe absolvendo quem praticou o crime no passado. “Terá como consequência que, no passado, [o caixa 2] deixa de existir”, afirmou. O deputado lembrou que caixa 2 é um “apelido para um mundo de infrações” que já estão previstas em leis. “A pessoa poderá chegar no Judiciário e dizer que não havia tipificação antes”, acrescentou.

O líder da Rede na Câmara dos Deputados, Alessandro Molon (RJ) manifestou-se favorável à tipificação do crime de caixa dois no projeto, mas contrário à possibilidade de que o texto proporcione alguma brecha para que quem já incorreu na prática seja anistiado. “Talvez não haja necessidade de uma emenda, mas isso depende de como o texto será apresentado. Caso ele não deixe claro que não haverá anistia, vamos apresentar uma emenda para evitar que o projeto beneficie quem cometeu caixa dois no passado”, disse Molon.
Na véspera da eleição presidencial americana, as últimas pesquisas e projeções publicadas nos Estados Unidos mostram uma disputa acirrada, mas com uma vantagem para Hillary Clinton.

Uma média de todas as pesquisas, calculada pelo site RealClearPolitics, mostra que a candidata democrata mantém uma vantagem de 2,7 pontos em nível nacional, apesar de o republicano Donald Trump ter-se visto favorecido na reta final da campanha.

Publicada nesta segunda-feira (7) pela rede de televisão CBS, a última pesquisa mostra que Hillary tem uma vantagem de quatro pontos em nível nacional, com 45% dos votos, contra 41% de Trump, uma diferença que se mantém estável em comparação com a semana passada.

Hoje, vários jornais americanos publicaram projeções sobre o resultado final da eleição em relação aos grandes eleitores, todas favoráveis à ex-secretária de Estado.

Segundo a rede de televisão NBC, Hillary teria o apoio de 274 grandes eleitores, contra 170 de seu adversário republicano, embora as pesquisas estejam apertadas demais para saber a quem atribuir os 94 votos restantes.

De qualquer modo, esses números seriam suficientes para que a ex-primeira-dama seja eleita, visto que precisa de uma maioria de 270.

Os Estados Unidos têm um sistema de eleição indireta, no qual cada um dos 50 estados dispõe de um número de grandes eleitores proporcional à sua população.

Com base nas diferentes projeções e pesquisas, o site de análise política FiveThirtyEight deu a Hillary, nesta segunda-feira, uma probabilidade de vitória de 66%, contra 33,9% de Donald Trump.

Uma pesquisa da Universidade de Quinnipiac, em Connecticut, mostra uma diferença muito pequena na Flórida e na Carolina do Norte, dois estados cruciais para a definição da eleição. Hillary teria 46% dos votos na Florida, contra 45% de Trump, e também teria uma pequena vantagem na Carolina do Norte, com 47% contra 45%.

Na manhã desta segunda-feira (07), o deputado estadual Wellington do Curso (PP) desembarcou em São Paulo, de onde irá para Chongqing, importante cidade da China, que está em um fuso horário adiantando de 11 horas a mais que em São Luís. Wellington, junto com outros 09 parlamentares de outros estados, representará o Brasil em uma Missão Internacional, numa viagem oficial compreendida entre os dias 07 e 21 de novembro de 2016, durante a Conferência Internacional das Cidades Irmãs da China. Além da Conferência, Wellington participará também de visita técnica em parceria com o Fórum Comunitário de Representantes dos Conselhos Locais de Taiwan (TCF), na cidade de Taipei. O parlamentar participará ainda de uma Reunião sobre Gestão de Águas na sede da Prefeitura da cidade de Nova York, nos EUA.

"É com grande alegria que tenho a honra de representar o meu país e, melhor, a população do meu estado em um evento tão importante quanto esse.  Discutir temas como o desenvolvimento das cidades através da inovação, além da valoração turística e incentivo industrial é fundamental para que ampliemos nossas ideias, defendendo novos projetos e, assim, traçando meios que permitirão o avanço de nossa São Luís e, ainda, do nosso Maranhão."

O deputado Wellington chegará na quarta-feira (09) à China, após uma longa viagem de 34h de duração até o Continente Asiático, e, então, iniciará  uma extensa agenda de sessões, visitas e discussões. Durante o Intercâmbio Parlamentar, Wellington participará de atividades realizadas em três  países: China, Taiwan e EUA.

QUAL A PROGRAMAÇÃO DA MISSÃO INTERNACIONAL CHINA, TAIWAN E EUA?

Já no primeiro dia do evento, Wellington participará de Sessão Plenária que discutirá sobre a inovação para o desenvolvimento e a cooperação para o compartilhamento. Também, serão discutidos temas como o desenvolvimento das cidades voltadas para a inovação, além de abordar a cidade com baixo carbono e casa sustentável.
Para finalizar as discussões, se debaterá sobre a inovação turística e incentivo à indústria de serviços modernos. Uma extensa agenda será cumprida em dois países do continente asiático e em um país do continente norte americano. 

Em Chongqing - China, a delegação participará da Conferência realizada pela CIFCA – Associação Internacional das Cidades-Irmãs da China, entidade com a qual a UNALE (União Nacional dos Legislativos Estaduais), mantém acordo de cooperação.

Toda a programação inicial foi co-organizada pela Associação de Amizade do Povo Chinês com os Países Estrangeiros. Entre os representantes do Brasil, estarão participando somente 10 parlamentares, ligados a direção da UNALE, dentre eles o Deputado Estadual Wellington do Curso, do Maranhão.
sexta-feira, 28 de outubro de 2016


Está marcado para hoje, (28), o debate entre os candidatos à prefeitura de São Luís, Eduardo Braide (PMN) e Edvaldo Holanda Jr. (PDT), o debate será o último autorizado pela justiça e ponto chave para decisão daqueles que até o momento não se pronunciaram a favor de nenhum. Segundo foi vinculado em redes sociais, e o Blog do João Silva apurou, há quem diga que esse será o debate em que, enfim, o candidato Edvaldo Jr. irá comparecer para assim enfrentar cara-a-cara o candidato Eduardo Braide.

Vale lembrar que em debates passados, Edvaldo não compareceu e atacou veementemente as redes sócias com transmissões ao vivo no horário do debate, tentando a todo custo justificar sua ausência, porém sua tática não foi bem vista e aceita pelos internautas.

Até o momento o blog não opina e nem afirma quem será o próximo prefeito, pois, segundo algumas pesquisas feitas por esse blog a alguns estudiosos e alguns amigos de cultura asiática, foi informado que o ano de 2016 é o ano do macaco no horoscopo chinês. Segundo eles esse ano é um ano de controvérsias e surpresas, assim como aconteceu em 1992 com impeachment de color, em 2004 com esquema do mensalão e o PT envolvido em escândalos no governo Lula e em 2016 a caída de Dilma do poder.

Diante dessa premissa o blog não irá interferir na opinião de quem quer seja e torce para que dessa vez o candidato favorito dos leões compareça ao debate e não fuja de forma covarde de debater no campo das ideias. 

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