terça-feira, 14 de fevereiro de 2017
PAÇO DO LUMIAR – Ao que parece, Arquimário Reis Guimarães, vulgo Marinho do Paço, só pode ter batido a cabeça ou está com medo de alguma coisa, ou seja, até o momento é incoerente com tal decisão de exigir diploma de formação sendo que o mesmo possui apenas, mal o ensino médio. Segundo lei nacional, não se cobra mais o diploma de jornalismo para exercício da função de jornalista.

Segundo a lei de liberdade de expressão, mais precisamente o Art . 7º No exercício da liberdade de manifestação do pensamento e de informação não é permitido o anonimato. Será, no entanto, assegurado e respeitado o sigilo quanto às fontes ou origem de informações recebidas ou recolhidas por jornalistas, radiorrepórteres ou comentaristas, por isso, não cremos que aqueles que fazem notícias nessa cidade, sequer se escondem ou mantém o anonimato.

Vale lembrar que o atual presidente no “ABUSO” do poder assim investido a ele, de certa forma foi de contra ao regimento interno daquela casa, onde o mesmo não deu direito aos vereadores que foram eleitos na base ou não de se manterem como presidente das comissões. O que chegou a redação do blog, é que ele teria manobrado para satisfazer tanto seu ego quanto o ex-presidiário e seu mentor Gilberto Aroso.

O que transparece a impressa livre que cobre e divulga os trabalhos daquela casa e algum receio do presidente, são seus processos que para ele, Marinho do Paço, estão de certa forma esquecido, porém, esse blog tem o dever de cobrar tanto da justiça quanto do Ministério público, providencias sobre o caso, uma vez que se trata de verba federal e desviada de certa forma uma vez que o atual edil não cumpriu com o processo licitatório servindo assim merenda escolar estragada para os municípios de Santa Quitéria e Araiose, cidade essa que foram administradas por Maninho e hoje por sua oligarquia.


O blog deixa aqui seu repúdio ao vereador e afirma que não irá baixar a cabeça para as mazelas feitas por ele e se solidariza com os demais colegas.
segunda-feira, 13 de fevereiro de 2017
O prefeito de São José de Ribamar, Luis Fernando, recebeu na tarde desta segunda-feira (13), o Comitê Estadual de Prevenção às drogas no Maranhão. Na equipe, a coordenadora da Comissão Externa da Câmara dos Deputados sobre o consumo de drogas entre jovens, a deputada federal Eliziane Gama (PPS), além do juiz Júlio Prazeres responsável por coordenar a campanha contra às drogas junto ao Tribunal de Justiça.

Durante o encontro a comissão apresentou a campanha “Maranhão na Prevenção às Drogas”, que visa integrar os municípios maranhenses na luta pela prevenção, repressão e desenvolvimento de ações de combate às drogas em todo o estado, o que segundo a deputada Eliziane Gama, precisa acontecer urgentemente, uma vez que o estado figura entre os três mais violentos do país.

“Precisamos nos unir no combate a esse mal que vem tomando conta de forma muito rápida de nossas famílias e principalmente dos nossos jovens. Contamos com a adesão de São José de Ribamar na luta pela prevenção”, disse a parlamentar.
Para o prefeito Luis Fernando a campanha chega em um bom momento e terá não apenas a adesão do município como também a parceria no desenvolvimento de ações para a criação de frentes que fortaleçam ainda mais as ações de prevenção criadas e/ou estabelecidas pelo Comitê da campanha.  

“Não apenas vamos aderir como também designar nossa equipe que integrará o Comitê no desenvolvimento de ações preventivas, que, aliás, já fazem parte de nossa rotina, a exemplo do projeto “voluntariado”, criado em minha gestão e que esta sendo retomado para trabalhar a partir de agora também questões especificas como estas nos bairros da cidade”, disse o prefeito detalhando que cerca de 62 bairros integram o projeto que conta com o total de 3 mil pessoas que deverão colaborar com a disseminação das ações.

Ficou definido ainda que a participação da Prefeitura de São José de Ribamar na campanha será por meio das Secretarias que tratam da temática como: Educação, Saúde, Cultura, Juventude, e Assistência Social. Nos próximos dias também será assinado formalmente o termo de adesão e cooperação para a formalização da adesão bem como início da formatação de políticas municipais voltadas a prevenção às drogas.


terça-feira, 7 de fevereiro de 2017

Tomaram posse na tarde desta segunda-feira (06), os novos membros da diretoria do Consórcio Intermunicipal de Saneamento Básico (CISAB) que compreende os municípios de São José de Ribamar e Paço do Lumiar. Os novos integrantes deverão cumprir o resto do biênio 2015/2017, que será concluído em dezembro deste ano.

Além da votação dos novos membros, também foram votadas durante a assembleia geral extraordinária, realizada na sede da prefeitura de São José de Ribamar, a escolha dos membros da Câmara de Regulação (cota dos consorciados), entre outros assuntos.
Para a presidência do consórcio, foi eleito o prefeito de Paço do Lumiar, Domingos Dutra, que conclui o biênio juntamente com o prefeito Luis Fernando, que assume a vice-presidência do CISAB.

Foram escolhidos para a diretoria executiva, Bruno Manoel de Freitas Borges (Secretário Executivo) e Rubem Moreira de Brito (Secretário Executivo Adjunto) além dos membros da Câmara de Regulação.

Entre as ações que serão reguladas pelo consórcio, estão a qualidade da água oferecida, acompanhamento da cobrança de tarifa de água e esgoto, além dos serviços de esgoto para o melhoramento dos respectivos municípios. 


CISAB - O Consórcio tem a finalidade de gerir toda a prestação de serviço de saneamento básico nos municípios de São José de Ribamar e Paço do Lumiar. Com a criação do consórcio também foi instituída a associação pública, de natureza autárquica denominada Consórcio Intermunicipal de Saneamento Básico (CISAB).
sábado, 4 de fevereiro de 2017
Por João Silva

PAÇO DO LUMIAR – O vereador Arquimário Reis Guimarães, mais conhecido como Marinho do Paço, baixou uma portaria para tentar se resguardar e inibir as pessoas a falarem o que pensam na casa do povo municipal. Ao que parece o vereador tomou tal decisão, creiamos nós, por precaução, já que ele está sendo investigado pela polícia federal em um esquema de desvio de verbas e venda de merenda escolar para municípios do interior.

Dessa forma, Marinho, tenta a todo custo abafar o caso que a muito não se é noticiado e para ele está esquecido, só que para nós que fazemos notícias e acompanhamos os processos de perto, não deixamos passar nada.

Outro fato que nos chama atenção é o grupo político do então presidente daquela casa, o mesmo é aliado do ex-presidiário Gilberto Aroso. Aroso tenta a todo momento desviar o foco da sua situação, mas esquece que foi julgado, condenado e preso por seus atos no passado.


O que podemos ver é que o nosso legislativo está entregue na mão daquilo que de pior há na política de Paço do Lumiar, ou seja, um condenado e outro investigado. Aonde vamos parar com tamanha corrupção?

Por João Silva

Após alguns meses de inatividades e projetos pessoais estamos retornando as atividades normais.

Nosso papel e dever é mostrar aos nossos leitores a realidade dos fatos de forma imparcial e desmontando assim as mazelas e as falcatruas dos maus e corruptos políticos que aqui existem e foram, alguns eleitos e outros reeleitos.

Não vamos nos curvar diante daqueles que acham que detém o poder em suas mãos e não cederemos a nenhum ataque contra o titular do blog, não deixaremos passar nada nem na esfera municipal, estadual e nacional.

Não cederemos a nenhuma ameaça daqueles que se sentirem lesados e ofendidos com as verdades aqui postado, e por fim, hoje daremos início a uma nova jornada contra aqueles que movem de forma errônea as verbas destinadas.

Se segurem os maus políticos, pois quem não tem “RABO DE PALHA, NÃO PASSA PERTO DE FOGO”.
sexta-feira, 11 de novembro de 2016
Na ultima quarta-feira, 9, o deputado estadual Wellington do Curso (PP) participou da abertura da Conferência Internacional das Cidades Irmãs da China (CIFCC/2016), em Chongqing. Wellington, junto com outros 09 parlamentares de outros estados, representam o Brasil em uma Missão Internacional, numa viagem oficial que vai até o dia 21 de novembro.

A abertura da China Internacional Frienship Cities Conference (CIFCC) foi presidida pelo Vice-presidente da China Comunista, Li Yuanchao. Wellington ressaltou a importância dos temas tratados na conferência.

“É com grande alegria que tenho a honra de representar o meu país e, melhor, a população do meu estado em um evento tão importante quanto esse. Discutir temas como o desenvolvimento das cidades através da inovação, além da valoração turística e incentivo industrial é fundamental para que ampliemos nossas ideias, defendendo novos projetos e, assim, traçando meios que permitirão o avanço de nossa São Luís e, ainda, do nosso Maranhão”.

Além da Conferência, Wellington participará também de visita técnica em parceria com o Fórum Comunitário de Representantes dos Conselhos Locais de Taiwan (TCF), na cidade de Taipei.

O parlamentar participará ainda de uma Reunião sobre Gestão de Águas na sede da Prefeitura 
da cidade de Nova York, nos EUA.

O único parlamentar maranhense a participar na Missão Internacional, Wellington do Curso iniciou na manhã desta quinta-feira uma extensa agenda de sessões, visitas e discussões. Durante o Intercâmbio Parlamentar, Wellington participará de atividades realizadas em três países: China, Taiwan e EUA.

“Já no primeiro dia participaremos de Sessão Plenária que discutirá sobre a inovação para o desenvolvimento e a cooperação para o compartilhamento. Também, serão discutidos temas como o desenvolvimento das cidades voltadas para a inovação, além de abordar a cidade com baixo carbono e casa sustentável”, ressaltou.

“Para finalizar as discussões, debateremos sobre a inovação turística e incentivo à indústria de serviços modernos. Cumpriremos uma extensa agenda em dois países do continente asiático e em um país do continente norte americano”,destacou Wellington.

Toda a programação foi coorganizada pela Associação de Amizade do Povo Chinês com os Países Estrangeiros.

Entre os representantes do Brasil, estarão participando somente 10 parlamentares, ligados a direção da UNALE (União Nacional dos Legislativos Estaduais).
Continua repercutindo na mídia a eleição de Luis Fernando Silva (PSDB) para prefeito de São José de Ribamar. O resultado consagrador de 96,17% dos votos foi destaque, desta vez, na imprensa nacional.

Em sua coluna diária que circula em vários jornais do Brasil e na internet, o jornalista Cláudio Humberto destacou a eleição do tucano como a maior votação do País.

"A maior votação proporcional do País ocorreu em São José de Ribamar, terceiro maior município do Maranhão. Lá, o prefeito eleito Luís Fernando (PSDB) obteve espantosos 96,17% dos votos", disse o jornalista em nota sob o título, "Campeão Nacional".

Dos votos válidos, Luis Fernando obteve 100%. Levando em consideração os votos anulados do seu adversário Julinho Matos (PMDB), contabilizados pela Justiça Eleitoral, Luis Fernando obteve 96,17%, enquanto o peemedebista, com 2.659 votos, ficou com 3,82% dos votos, na soma dos dois.


Nos últimos meses, o ex-presidente Lula foi emparedado pela Lava Jato. Virou réu três vezes por práticas nada republicanas: obstrução de Justiça, ocultação de patrimônio — ao omitir um tríplex no Guarujá —, lavagem de dinheiro, corrupção passiva, organização criminosa e tráfico de influência no BNDES, em razão do esquema envolvendo a contratação de seu sobrinho Taiguara Rodrigues dos Santos. Ou seja, já há uma fartura de provas contra o petista, ao contrário do que costuma alardear sua defesa. Nada, no entanto, pode ser mais categórico e definitivo como conceito de corrupção, na acepção da palavra, do que o recebimento de pagamentos de propina em dinheiro vivo. Por isso, o que ISTOÉ revela agora acrescenta um ingrediente potencialmente devastador para o ex-presidente.

Num dos 300 anexos da delação da Odebrecht, considerada a mais robusta colaboração premiada do mundo, o herdeiro e ex-presidente da empresa, Marcelo Odebrecht, diz ter entregue a Lula dinheiro em espécie. Nunca uma figura pública que chegou a ocupar a presidência da República demonstrou tanta intimidade com a corrupção. Os repasses foram efetuados, em sua maioria, quando Lula não mais ocupava o Palácio do Planalto. O maior fluxo ocorreu entre 2012 e 2013. Foram milhões de reais originários do setor de Operações Estruturadas da Odebrecht – o já conhecido departamento da propina da empresa. Segundo já revelado pela Polícia Federal, aproximadamente R$ 8 milhões foram transferidos ao petista. Conforme apurou ISTOÉ junto a fontes que tiveram acesso à delação, o dinheiro repassado a Lula em espécie derivou desse montante.

Os pagamentos em dinheiro vivo fazem parte do que investigadores costumam classificar de “método clássico” da prática corrupta. Em geral, é uma maneira de evitar registros de entrada, para quem recebe, e de saída, para quem paga, de dinheiro ilegal. E Lula, como se nota, nunca se recusou a participar dessas operações nada ortodoxas. O depoimento agora revelado por ISTOÉ é a prova de que, sim, o petista não só esteve presente durante as negociatas envolvendo dinheiro sujo como aceitou receber em espécie, talvez acreditando piamente na impunidade. Se os repasses representavam meras contrapartidas a “palestras”, como a defesa do ex-presidente costuma repetir como ladainha em procissão, e se havia lastro e sustentação legal, por que os pagamentos em dinheiro vivo?

Na Odebrecht, as entregas de recursos a Lula sempre foram tratadas sob o mais absoluto sigilo. Não por acaso, segundo apurou ISTOÉ, logo que Marcelo Odebrecht foi preso, em junho de 2015, a empreiteira presidida por ele, naquele momento vulnerável a buscas e apreensões da Polícia Federal, acionou um esquema interno de emergência chamado de Operação Panamá. Consistia em promover uma varredura nos computadores, identificar os arquivos mais sensíveis e enviá-los para a filial da empresa no país caribenho. O objetivo não era outro, senão desaparecer com digitais e quaisquer informações capazes de comprovar transferências de recursos financeiros da Odebrecht ao ex-presidente Lula. Àquela altura, a empreiteira ainda resistia a entregar o petista, topo da hierarquia do esquema do Petrolão. Mudou de planos premida pelo instinto de sobrevivência.

Investigadores da Lava Jato vão querer saber, num próximo momento da investigação, se os repasses em dinheiro vivo ao ex-presidente guardam conexão com a operação desencadeada na última semana pela PF, sob o epíteto de Dragão. Na quinta-feira 10, foram presos os operadores Adir Assad e Rodrigo Tacla Duran, cujo papel era justamente oferecer dinheiro em espécie para o sistema de corrupção. Pelo esquema, as empreiteiras contratavam serviços jamais prestados, efetuavam o pagamento a Duran e, ato contínuo, recebiam o dinheiro para pagar agentes públicos. A trama só foi desbaratado graças à colaboração de um delator da Odebrecht: Vinícius Veiga Borin. Ele contou à PF e procuradores como funcionava a engrenagem da lavagem de dinheiro criada pelas empreiteiras: as contas no exterior sob a batuta de Marcos Grillo, outro executivo da Odebrecht, alimentavam o Departamento de Propina da empreiteira. Quando havia necessidade de entregar valores em espécie no Brasil, eles recorriam a offshores, controladas por Duran. A Lava Jato suspeita que o dinheiro repassado a Lula possa ter integrado esse esquema.

Além de Marcelo Odebrecht, no corpo da delação da empreiteira Lula é citado por Emílio Odebrecht, Alexandrino Alencar, ex-executivo da empresa, e o diretor de América Latina e Angola, Luiz Antônio Mameri. Faz parte do pacote de depoimentos relatos sobre uma troca de mensagens eletrônicas entre Mameri e Marcelo Odebrecht. Nessas conversas fica clara a participação de Lula para a aprovação de projetos da empreiteira no BNDES. Em seu depoimento, o diretor confirmou as mensagens e disse que as influências de Lula e do ex-ministro da Fazenda, Antonio Palocci, hoje preso, foram decisivas para a aprovação de projetos definidos exatamente como foram concebidos nas salas da Odebrecht, sem que fossem submetidos a nenhum tipo de checagem. Mameri citou obras em Angola e Cuba.

Nos últimos dias, a Procuradoria-Geral da República iniciou o estágio da validação dos depoimentos, em que os 50 delatores e 32 colaboradores lenientes da Odebrecht passaram a ler e confirmar o que já escreveram. Tudo será gravado. A checagem de informações pode durar até o final deste mês, uma vez que nem todos os executivos foram informados sobre a data do encontro com os procuradores.

O ALCANCE DA DELAÇÃO

No total, a empreiteira vai reconhecer que pagou algo em torno de R$ 7 bilhões em propinas no Brasil e no exterior. Marcelo Odebrecht, presidente da maior construtora do País, com 200 mil funcionários e um faturamento anual de R$ 135 bilhões, só decidiu fazer delação premiada depois de março desde ano, após ter sido condenado pelo juiz Sergio Moro a 19 anos e 4 meses de prisão por corrupção, lavagem de dinheiro e associação criminosa. Aos 48 anos, Marcelo se deu conta de que poderia envelhecer na cadeia. Como o empreiteiro ainda é réu em várias outras ações, seus advogados calcularam que ele poderia ser condenado a no mínimo 50 anos. Com o acordo, suas penas reduzirão a dez anos de reclusão. Como já cumpriu 1 ano e cinco meses, ficará detido até dezembro do ano que vem. Depois, passará mais dois anos e meio em prisão domiciliar e outros cinco anos em regime semi-aberto. As outras condenações que vierem estarão englobadas no acerto.

As negociações se arrastaram por seis longos meses. A Procuradoria-Geral da República só concordou com a delação para efeito de abatimento de pena com a condição de que ele e os 80 executivos da empresa relatassem crimes os quais a Justiça ainda não tinha comprovado. Além da resistência inicial em implicar Lula, os executivos impuseram outro dificultador: não admitiam que os repasses eram pagamentos de propina. Queriam limitar tudo a caixa dois, mesmo diante de provas inquívocas. A questão, no entanto, foi vencida depois que procuradores e agentes federais endureceram o jogo.  Sem as confissões de propina o acordo voltaria à estaca zero, advertiram. Foi o suficiente para imprimir velocidade às tratativas.

Todas as pessoas envolvidas no acordo ouvidas por ISTOÉ são unânimes em afirmar que Lula é a estrela principal da delação. Recentemente, a Polícia Federal associou os codinomes “amigo”, “amigo de meu pai” e “amigo de EO” (Emílio Odebrecht) – que aparecem em planilhas de pagamentos ilícitos apreendidas durante a Operação Lava Jato – ao ex-presidente. Foi assim que a PF conseguiu rastrear o repasse de aproximadamente R$ 8 milhões a Lula. Os pagamentos foram coordenados por Marcelo Odebrecht e por Antonio Palocci. De acordo com o delegado Filipe Pace, o dinheiro saía de uma conta corrente mantida pela Odebrecht para pagamento de vantagens indevidas. O que Pace não sabia, e a delação de Odebrecht conseguiu elucidar, era sobre os pagamentos em espécie ao petista.

Evidentemente que os depoimentos dos executivos da empreiteira não vão abarcar apenas os crimes praticados pelo ex-presidente Lula. Envolverá também Dilma Rousseff (leia mais na pág. 36), integrantes do governo do presidente Michel Temer, mais de 100 parlamentares e 20 governadores e ex-governadores. Os principais partidos atingidos pelas delações da Odebrecht serão o PT e PMDB. É certo, no entanto, que integrantes do PSDB também serão implicados pelos executivos da empreiteira.

Para viabilizar os depoimentos, a Odebrecht utilizou serviços de 50 escritórios de advocacia de Brasília, São Paulo, Rio e Salvador, onde depôs o empreiteiro Emílio Odebrecht, pai de Marcelo. Ao todo 400 advogados acompanharam os depoimentos. Como envolve políticos com foro privilegiado, o acordo será assinado pelo ministro do STF, Teori Zavascki. A expectativa é de que a homologação saia até o dia 21. Paralelamente às delações premiadas, a Odebrecht fará um acordo de leniência com a Controladoria-Geral da União (CGU), que deverá ser o maior do mundo. O campeão até aqui era o da Siemens, celebrado com autoridades dos Estados Unidos e vários países europeus em 2008. A empresa alemã pagou US$ 1,6 bilhão em multas. Já no acordo de leniência da Odebrecht com o governo brasileiro, a empreiteira poderá pagar uma multa de R$ 6 bilhões. Com isso, a empreiteira poderá voltar a realizar obras para o governo federal, hoje proibidas.

FONTE: ISTO É 
quinta-feira, 10 de novembro de 2016
O dólar comercial à vista fechou em alta de 1,57% nesta quarta-feira, 9, a R$ 3,2232, após o resultado da eleição presidencial nos Estados Unidos. A vitória de Donald Trump inicialmente gerou tensão nos mercados, levando a uma alta da divisa americana ante moedas de países emergentes.

No entanto, de acordo com especialistas, o tom mais conciliador do empresário após o resultado das urnas trouxe certo alívio a investidores, o que se refletiu no avanço das bolsas norte-americanas. No Brasil, porém, a Bovespa não seguiu a tendência e encerrou os negócios em queda de 1,40%, aos 63.258,26 pontos.

Parte dos analistas de mercado mantém a expectativa de que o Federal Reserve (banco central dos EUA) eleve os juros de referência da economia americana na última reunião de política monetária deste ano, marcada para os dias 13 e 14 de dezembro, mesmo após a vitória de Trump.

Internamente, a intensidade do ajuste é difícil de prever, segundo operadores, mas não se descarta nas mesas de operação a possibilidade de a moeda voltar a testar o nível de R$ 3,35 – último pico atingido em setembro. Uma correção de alta é esperada para ajustar os preços internos à valorização generalizada da moeda americana frente a divisas emergentes e ligadas a commodities no exterior. Ontem, a moeda americana caiu para R$ 3,1733 no mercado à vista e aos R$ 3,1880 no dólar futuro de dezembro, em meio a apostas na vitória da democrata Hillary Clinton.

O dólar comercial à vista fechou em alta de 1,57% nesta quarta-feira, 9, a R$ 3,2232, após o resultado da eleição presidencial nos Estados Unidos. A vitória de Donald Trump inicialmente gerou tensão nos mercados, levando a uma alta da divisa americana ante moedas de países emergentes.

No entanto, de acordo com especialistas, o tom mais conciliador do empresário após o resultado das urnas trouxe certo alívio a investidores, o que se refletiu no avanço das bolsas norte-americanas. No Brasil, porém, a Bovespa não seguiu a tendência e encerrou os negócios em queda de 1,40%, aos 63.258,26 pontos.

Parte dos analistas de mercado mantém a expectativa de que o Federal Reserve (banco central dos EUA) eleve os juros de referência da economia americana na última reunião de política monetária deste ano, marcada para os dias 13 e 14 de dezembro, mesmo após a vitória de Trump.

Internamente, a intensidade do ajuste é difícil de prever, segundo operadores, mas não se descarta nas mesas de operação a possibilidade de a moeda voltar a testar o nível de R$ 3,35 – último pico atingido em setembro. Uma correção de alta é esperada para ajustar os preços internos à valorização generalizada da moeda americana frente a divisas emergentes e ligadas a commodities no exterior. Ontem, a moeda americana caiu para R$ 3,1733 no mercado à vista e aos R$ 3,1880 no dólar futuro de dezembro, em meio a apostas na vitória da democrata Hillary Clinton.

Trump conseguiu os 270 votos necessários, vencendo a democrata Hillary Clinton ao conquistar os eleitores em Estados estratégicos, como Flórida, Carolina do Norte, Iowa, Ohio e Pensilvânia. Em um discurso mais pacificador nesta manhã, Trump pediu que a nação se una e afirmou que será presidente “para todos os americanos”. Sobre a relação com outros países, Trump disse que os EUA vão se relacionar com os países que quiserem se relacionar com eles.

O fato é que Trump no comando da maior economia do mundo traz um novo ambiente geopolítico. A União Europeia anunciou que manterá as relações políticas com Washington. “Os laços entre a UE e os EUA são mais profundos do que qualquer mudança política”, afirmou a alta representante para Relações Exteriores, Federica Mogherini. Mais cedo, o clima foi de maior aversão a risco.

As bolsas asiáticas operaram em forte baixa e futuros de Nova York chegaram a cair ao redor de 5%. Nas principais bolsas europeias, a queda também é moderada.

O dólar perde para o iene nesta manhã, mas avança em relação às moedas ligadas a commodities e as de países emergentes, sendo que a alta ante o peso mexicano chegou a superar 10% mais cedo. Durante a campanha, Trump prometeu um muro entre EUA e México caso fosse eleito. O ouro, considerado um ativo seguro em momentos de turbulência, disparou mais de 4% na madrugada, mas também desacelerou e instantes atrás subia menos de 2%.

Petróleo fecha em alta

O petróleo subiu nesta quarta-feira nesta quarta-feira após a inesperada vitória do republicano Donald Trump nas eleições presidenciais dos Estados Unidos. O barril de WTI para entrega em dezembro subiu 29 centavos, a 45,27 dólares no mercado de Nova York. Em Londres, o barril de Brent para janeiro subiu 32 centavos, a 46,36 dólares.

No curto prazo “o petróleo estará à mercê do conjunto dos mercados”, disse Matt Smith, da ClipperData. O petróleo se beneficiou do apoio que de Wall Street, com altas ao longo da sessão.

Banco Central

Depois de encontro semanal com o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, o presidente do Banco Central, Ilan Goldfajn, evitou comentar a eleição de Donald Trump para a presidência dos Estados Unidos. Questionado pela imprensa, ele fez apenas uma declaração sobre “mercados”. “Estamos acompanhando os mercados globais e do Brasil e, se necessário, tomaremos as medidas adequadas”, disse.

Mais cedo, o Banco Central cancelou o leilão de swap cambial reverso que estava marcado para ocorrer nesta quarta-feira. Segundo o BC, a instituição cancelou a operação por entender ser “prudente” diante do cenário de maior volatilidade no mercado financeiro hoje.
terça-feira, 8 de novembro de 2016
Ao longo de toda Atividade 1 do TCC eu e meu grupo, bem como toda minha turma, fomos submetidos a níveis descomunais de estresse. Não bastasse o problema da elaboração da monografia, que temos de resolver por meio de pesquisa, temos sido submetidos a problemas do portal AVA (por onde somos orientados) com pouca compreensão dos setores responsáveis da instituição, o que tem complicado ainda mais essa etapa da formação profissional.

Houve vários casos de notas e orientações de um mesmo grupo divergentes, inclusive o meu. Que num primeiro momento tirei 5 e minhas amigas 10. Depois conseguimos corrigir tal situação.

No entanto, outros grupos sofreram com situação semelhante. Notas e orientações diferentes.

Não entendemos até agora o porquê de um mesmo grupo de TCC está sendo tutoriado por duas pessoas diferentes, já que enviamos no começo do semestre os dados dos grupos para efetuar seus respectivos cadastros no sistema. É mais que óbvio que isso resultará em problemas de orientação (como tem sido!), visto que o grupo entrega o mesmo trabalho, mas recebe feedback's, notas e orientações diferentes.

Eu entendo menos ainda quando por exemplo, temos dois grupos de 3 pessoas, onde 2 pessoas do grupo A, são tutoriadas pela mesma tutora que orienta 1 pessoa do grupo B, sendo que as outras 2 alunas do grupo B são tutoriadas por quem orienta 1 pessoa do grupo A - Isso ocorre lá na minha sala!

Não seria mais fácil tanto para aluno quanto para o orientador, dar nota e orientar 3 pessoas do mesmo grupo? Isso é óbvio e ululante! Mas infelizmente os setores da instituição local disseram que será assim e acabou! Segundo eles não será feito remanejamento de tutores e pronto!

Relato isso porque essas questões afetaram diretamente a elaboração do trabalho nessa segunda etapa, a atividade 2. Solicitamos por várias vezes o adiamento da data de entrega, mas recebemos respostas negativas justificada no fato das datas serem estabelecidas previamente no manual do aluno.Sabemos que existem datas previamente definidas para a entrega, mas sabemos que podem ser alteradas em determinados casos. A própria instituição é exemplo disso, visto que em várias situações não cumpre seus próprios prazos estabelecidos previamente. Como por exemplo, o de ofertar estágios, os estágios 1 e 2 que, segundo a grade curricular disponível no portal, eram para ser realizados no 6º e 7º períodos, estão ocorrendo agora no 8º, junto com o estágio 3, para algumas amigas de turma, complicando ainda mais o processo de elaboração de seus respectivos TCC's, visto que têm de entregar Planos, Relatórios, Frequências, etc. dos referidos estágios, além dos trabalhos exigidos pelos professores. Isso mostra que a faculdade descumpri e adia os prazos à revelia, quando se trata da oferta de seus serviços, mas quando os alunos solicitam via chamado o adiamento de um prazo de entrega fazem questão de dizer que os prazos foram previamente estabelecidos no manual, como se isso fosse imutável. PARA O ALUNO O RIGOR DA LEI, PARA A INSTITUIÇÃO NÃO!


Em fim, só queria mesmo esclarecer quanto aos fatores que estão nos afetando, mas que a instituição está fazendo pouco caso como se fosse uma simples questão de desorganização do aluno, quando a desorganização é dela, e citei apenas dois casos acima. 

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