quarta-feira, 10 de agosto de 2016

1_gilberto_aroso_preso-241043 Ao que parece o pré-candidato Gilberto Aroso (PMDB), sofre um inferno astral e o fantasma da ficha suja o persegui e tira seu sono constantemente, condenado a prisão a por desvio de verbas quando foi gestor do município, corre o sério risco de não disputar o próximo pleito que se aproxima agora em outubro.


Vale ressaltar que Gilberto Aroso foi condenado por um colegiado e ainda tem contas serem julgadas por esses dias no TCE do estado Maranhão, por esse motivo ainda não consta o nome do mesmo na lista de ficha suja.


Gilberto Aroso foi condenado juntamente com seu pregoeiro da época o senhor Roberto Campos Gomes, por fraude e montagem de licitações. De acordo com o órgão ministerial, para conferir aparência de regularidade aos processos licitatórios, era providenciada a inclusão fraudulenta dos avisos de licitação apenas na versão eletrônica do Diário Oficial com datas retroativas.


Sendo assim, caso ele se torne um ficha suja, o seu substituto será o então ex-vereador Frederico Abreu da Silva Campos, o Fred Campos.


Caso não venha ser o ex-vereador, será empurrada “guela” baixo a tia do então Gilberto Aroso, ou seja, Carmem Aroso.


O QUE DIZ A JUSTIÇA 


Segundo a justiça, o supremo entende que: “Supremo Tribunal Federal (STF) entendeu que há possibilidade de início da execução da pena condenatória após a confirmação da sentença em segundo grau.”, sendo assim condenado uma vez por um colegiado e preso em uma penitenciaria federal, fica claro que não podemos entregar o destino de um município nas mãos daquele que já roubou o povo.


A partir das eleições deste ano, não poderão se candidatar políticos condenados por órgãos judiciais colegiados por uma série de crimes, como lavagem de dinheiro, formação de quadrilha e contra o patrimônio público, por improbidade administrativa, por corrupção eleitoral ou compra de voto, mesmo que ainda possam recorrer da condenação a instâncias superiores, caso de Gilberto Aroso, que foi condenado.


A lei barrará também a candidatura de detentores de cargos na administração pública condenados por órgão colegiado por terem abusado do poder político ou econômico para se beneficiar ou beneficiar outras pessoas. Não poderão também se candidatar aqueles que tiverem suas contas relativas ao exercício de cargos e funções públicas rejeitadas por irregularidades que configurem ato doloso de improbidade, ou seja, pela lei que rege a constituição federal, Gilberto Aroso não é candidato ao executivo luminense.

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